CRM VIRTUAL

Conselho Regional de Medicina

Acesse agora

Prescrição Eletrônica

Uma solução simples, segura e gratuita para conectar médicos, pacientes e farmacêuticos.

Acesse agora

 

O Conselho Federal de Medicina (CFM) realizou no fim de abril, em São Luís (MA), o I Fórum Internacional e o VI Fórum de Médicos de Fronteira, com foco nas desigualdades em saúde e na construção de estratégias para regiões de difícil acesso. Na mesa de abertura, representantes do Sistema Conselhos e de organismos internacionais ressaltaram a necessidade de integrar conhecimento técnico, respeito cultural e cooperação institucional.

Na aula magna que abriu a programação, o coordenador do projeto HÄMY, Gumercindo Leandro da Silva Filho, destacou a complexidade da saúde nas fronteiras, que abrangem 15,7 mil quilômetros, 588 municípios e cerca de 12 milhões de pessoas.

No Painel 1, dedicado à epidemiologia nas fronteiras, o presidente do Conselho Regional de Medicina do Estado do Maranhão, José Albuquerque de Figueiredo Neto, apresentou um panorama da saúde indígena no estado, destacou a ação fiscalizatória do Conselho e apontou fragilidades estruturais das unidades que prestam atendimento.

No Painel 2, voltado à logística de transporte de paciente em áreas de fronteira, o inspetor de saúde da 12ª Região Militar, Cel. Med. Alessandro Sartori Thies, destacou o papel das Forças Armadas na assistência em áreas remotas.

No Painel 3, dedicado à revalidação e prática médica transfronteiriça, o conselheiro federal Estevam Rivello Alves (TO) tratou de aspectos relacionados às ciências da saúde e ao ensino, e ressaltou que o processo de revalidação é essencial para assegurar a qualidade da formação médica e a proteção do paciente.

No Painel 4, voltado à saúde materno-infantil e imunização, a conselheira federal suplente Mariane Cordeiro Alves Franco (PA) destacou os desafios da vacinação em áreas indígenas.

Encerrando o painel, Heliana Nunes Feijó Leite, membro da Comissão de Integração de Médicos de Fronteira, abordou os desafios da saúde da mulher nas regiões fronteiriças, destacando a necessidade de adaptar políticas às especificidades locais. “A saúde da mulher na fronteira não é apenas um desafio logístico, é a defesa do SUS, da equidade e dos direitos humanos”, afirmou.

 

Não conseguiu acompanhar esta programação? Reveja aqui.

Aviso de Privacidade
Nós usamos cookies para melhorar sua experiência de navegação no portal. Ao utilizar o Portal Médico, você concorda com a política de monitoramento de cookies. Para ter mais informações sobre como isso é feito, acesse Política de cookies. Se você concorda, clique em ACEITO.